Batman: The Dark Knight Rises

julho 30, 2012 5 comentários
Faz um bom tempo que não faço resenha de filme aqui. Volto com um filme que acabou de sair nos cinemas brasileiros e espero não estar enferrujada para falar logo do que é/foi um dos filmes mais esperados de 2012!

Atenção: Contém spoilers e falarei basicamente dos atores e minha impressão sobre eles.


Para começar, assisti no dia da estreia, sentada no chão. Não digo que foi grande coisa, mas o desconforto meio que atrapalhou a minha atenção.
Eu estava bem apreensiva, para falar a verdade. Afinal, estamos falando de Batman, estamos falando da expectativa pela nova Mulher-Gato e estamos falando do encerramento da trilogia!

Enfim, felizmente o filme alcançou minhas expectativas em quase todos os sentidos! Afinal, estamos falando de Christopher Nolan, O Diretor!



Bane me surpreendeu como vilão, Tom Hardy é um excelente ator que está ganhando cada vez mais notoriedade pelos seus trabalhos e com certeza esse papel o fez crescer muito como ator. Não gostei, porém, de duas coisas. Uma não tem muito o que se fazer, já que é uma preferência minha: o sotaque. Não gostei mesmo do sotaque do Bane, me faz lembrar de um personagem insuportável de um episódio de Star Trek (série clássica), toda vez que eu ouvia o Bane falando eu conseguia imaginar o tal do Leo Walsh (que não é nada bonito LOL).

Segunda coisa que não gostei sobre o Bane: a sua morte. Bane ia se mostrando um vilão a altura do Coringa no decorrer do filme, aquele vilão fodão mesmo, até ele levar um tiro(?) na barriga, pela Mulher-Gato, voar pro além e nunca mais aparecer no filme. Não é assim que se mata um vilão desses, Nolan! Ele ganhou tanta importância quanto um capanga naquela cena. tsc




Sou super suspeita para falar da Mulher-Gato, pois sou uma fã and I regret nothing da Mulher-Gato do Tim Burton, Michelle Pfeiffer. Sem dúvidas a sensualidade da Selina Kyle de Tim Burton é muito mais de 8000 vezes maior que a de Nolan. Agora, tratando-se de interpretação, preciso dar os parabéns à Anne Hathaway, ela não me decepcionou em nenhum momento. Infelizmente a Mulher-Gato não foi exatamente chamada de Mulher-Gato nenhuma vez no filme, nem mesmo suas 'orelhinhas' eram orelhas, mas sim óculos.  A fantasia dela era bonita, mas super simples, então ainda fico com a Michelle Pfeiffer, dsclp aí.


Michelle Pfeiffer mt sexy pfvr

Christian Bale e Michael Caine (Alfred) estavam maravilhosos, dou estrelinhas para o nosso querido Alfred que quase me fez chorar duas vezes! Só achei uma pena ele ter aparecido muito menos nesse filme do que nos outros. Eu nem tenho muito o que falar dos dois, eles são a peça central do filme e tirando a voz de câncer de garganta do Batman (acho engraçado, nada mais que isso), tava perfeito.


Joseph Gordon-Levitt e Marion Cotillard foram ótimos também! Sobre o Joseph, não tenho nenhuma critica, nenhuma mesmo, estou é muito feliz por ele ser o Robin e sinceramente, fiquei muito feliz é por ter descoberto que ele seria o Robin antes mesmo de estar na cara. Acho irônico o Robin ser a cara do Heath Ledger (Coringa). Sobre a Marion, ela me enganou até o último momento e a sua atuação foi ótima até..................ela morrer. Você pode perguntar para qualquer pessoa, ir em qualquer rede social cinéfila que você vai encontrar frases do tipo: "QUE MORTE RIDÍCULA FOI AQUELA?" E essa foi exatamente minha reação ao ver aquela cena. Não consigo entender como o Nolan deixou passar uma morte tão mal feita. Não sei o que me impressiona mais: O Nolan ter deixado a cena passar daquele jeito ou a Marion, que é uma atriz super talentosa, ter interpretado tão mal!

Gary Oldman um lindo/fofo/gostoso (não pera, acho que to lembrando dele em Dracula de Bram Stoker q) interpretando bem como sempre, assim como Morgan Freeman. O resto do elenco é bem superficial, dando foque mesmo nesses atores que fiz minha análise.

Sobre os efeitos especiais e cenas de ação, ótimos! A cena do estádio de futebol era uma das mais esperadas (junto com o Bane quebrando a coluna do Batman ~IRRÁ) e foi muito bom assistir na tela do cinema! haha Tinham muitas coisas mentirosas, mas pfvr, estamos falando de um filme de Super Herói, então pare de reclamar das coisas impossíveis que acontecem e aproveite o filme! :3

Minha resenha ficou podre, eu sei. É que são tantos sentimentos em relação ao filme e tantas coisas pra dizer que eu acabo me enrolando. :/
Mas pra não dizer que não valeu a pena, aí vai um Bane feliz:



Beijos, Mari.

Garota Replay - Tammy Luciano

julho 19, 2012 3 comentários
"O que você faria se encontrasse você mesma?"



Autores: Tammy Luciano
Titulo: Garota Replay
ISBN: 9788581630076
Selo: NOVO CONCEITO / JOVEM
Ano: 2012
Edição: 1
Número de páginas: 144
Preço Sugerido: R$ 19.90




Thizi é uma garota do bem, apaixonada pela vida. Mas, após uma madrugada trágica, sente que tudo à sua volta desmorona. Descobre que Tadeu, seu namorado, beijou uma garota em uma noitada e quebrou o nariz de Tito, melhor amigo de Thizi, quando soube que ele fotografou a prova da traição. Na mesma noite, Tadeu dirigiu bêbado e causou grave acidente, que deixou o amigo Gabiru em coma. Em meio a tanta decepção, Thizi encontra uma Replay de si mesma, uma igual. Agora, não mais a única do planeta, ela se sente a pessoa mais solitária do mundo e precisa entender que só o amor tem o poder de provocar as melhores mudanças. Garota Replay trará reflexões para desvendar os segredos da vida de Thizi. E da sua também...





Então, é o primeiro livro da Novo Conceito que infelizmente não curti.
Tenho que confessar que eu tenho uma certa apreensão quando se trata de livros nacionais, mas comecei a lê-lo sem pré-conceitos. Mas já na primeira página me deparei com coisas que me fizeram bufar e dizer "Vai ser uma longa leitura", isso apesar de o livro ser pequeno.

Como li em outras resenhas o livro traz muitos clichês, aqueles de sessão da tarde, historinha boba que você pensa "ela podia ter resumido essa história em 5 páginas que mesmo assim entenderíamos a mensagem que ela estaria passando."

Apesar de eu ler cada página com um imenso esforço, tenho que creditar que o final (ou uma parte perto do final) me surpreendeu, nada de muito OOH!, mas mesmo assim eu não teria pensado isso no começo do livro.

Creio que a autora quis fazer com que pensássemos nas pessoas que verdadeiramente se importam conosco e estão sempre perto pra gente, mas como disse antes, em 5 páginas ela poderia nos ter dito isso.

O que me surpreende é a autora ter feito vários cursos, ser roteirista e sei lá mais o que e ter feito algo que -sinceramente - eu faria melhor.

A minha nota no skoob foi 2/5, mas vi que teve algumas pessoas que deram a nota máxima ou 4/5. Então não vão apenas pela minha resenha, vocês podem achar o livro ótimo. :)


Beijos, Mari.





Dia Mundial do Rock plus Annie Leibovitz!

julho 13, 2012 Nenhum comentário


Então, nessa Sexta-feira 13 todos falando sobre o Dia Mundial do Rock, mas alguém sabe por que é dia do rock?
Não? Eu também não sabia e a curiosidade me fez procurar isso no Google.



“Em 13 de julho de 1985, Bob Geldof organizou o Live Aid, um show simultâneo em Londres, na Inglaterra e na Filadélfia, nos Estados Unidos. O objetivo principal era o fim da fome na Etiópia e contou com a presença de artistas como The Who, Status Quo, Led Zeppelin, Dire Straits, Madonna, Queen, Joan Baez, David Bowie, BB King, Mick Jagger, Sting, Scorpions, U2, Paul McCartney, Phil Collins (que tocou nos dois lugares), Eric Clapton e Black Sabbath.

 ~~~ talvez esses sejam os principais nomes da música no mundo ~~~

Foi transmitido ao vivo pela BBC para diversos países e abriu os olhos do mundo para a miséria no continente africano. 20 anos depois, em 2005, Bob Geldof organizou o Live 8 como uma nova edição, com estrutura maior e shows em mais países com o objetivo de pressionar os líderes do G8 para perdoar a dívida externa dos países mais pobres erradicar a miséria do mundo.
No Live 8 o Grupo de Rock Britânico Pink Floyd tocou junto, depois de 20 anos de separação. Desde então, o dia 13 de julho passou a ser conhecido como Dia Mundial do Rock.”

Fonte: Wikipédia.


Desejar “Feliz Dia do Rock” sem saber disso é um tanto triste, mas de acordo com essas informações acho digno comemorar o dia mundial do rock, que não é apenas uma mobilização sem fundamentos por um gênero musical, e sim um bom motivo para lembrar o que um grupo de pessoas preocupadas com o próximo pode fazer mobilizando milhares de pessoas por uma causa diplomática.


E eu como estudante de fotografia, não podia esquecer uma das fotógrafas mais populares, Annie Leibovitz, que nasceu em 02 de outubro de 1949, em Waterbury, Connecticut.


Ela teve a oportunidade de registrar momentos históricos, como a foto de John Lennon e Yoko Ono, feita algumas horas antes do assassinato do cantor.  Annie acompanhou a turnê de Rolling Stones pelas Américas e fotografou The Beatles!
Além desses trabalhos no meio musical, fez algumas capas para revistas como Rolling Stone, Vogue, Vanity Fair e trabalhos para a Disney.

Suas imagens apareceram em museus e galerias de todo o mundo, incluindo a National Portrait Gallery,  International Center of Photography, em Nova York, o Brooklyn Museum, o Museu Stedelijk de Amesterdão, o Centre National de la Photographie, em Paris, e a National Portrait Gallery de Londres.

Annie

A vida no meio artístico/cultural é difícil, pois poucos são reconhecidos e o que move o sonho de se tornar alguém bem visto no mercado de trabalho são pessoas que se tornaram referencias  (no meu caso os fotógrafos) e a Annie é fonte de inspiração, não só pra mim, mas para várias outras pessoas.

Feliz dia do Rock, bebê!





O Legado da Caça-vampiro - Crônicas Vampíricas de Gardella

julho 05, 2012 4 comentários



Uma jovem linda e sensual, Vitória Gardella, debuta na sociedade londrina do século XIX e precisa arrumar um marido rico. Mas Vitória parece viver 200 anos adiante de seu tempo. Quer levar vida independente. Usa piercing no umbigo (cuidado!) . E herdou um terrível Legado – o de ser uma Venadora, ou caça-vampiro. Ela terá de aprender a ser uma venadora a tempo de impedir que Lilith, a rainha dos vampiros ~domine~ o mundo. Mas ela não estará sozinha, o sempre irritante (só pra Vitória, porque olha... *sigh*) Maximilian a ajudará. Os leitores vão se surpreender e se arrepiar com esse novo jeito elegante, erótico, sangrento e eletrizante de contar uma história. "O Legado da Caça-Vampiro" é uma requintada e eletrizante história de sangue, sobrenatural, erotismo e morte, que vai sem dúvida encantar e arrepiar os fãs de histórias de vampiros, mas também a todos aqueles que apreciam uma história bem contada, com muita inteligência, ironia e suspense (voz de propaganda da sessão da tarde).*




Autor: Gleason, Colleen
Editora: Jardim dos Livros
Compre: Saraiva


*Resenha retirada da Saraiva, com algumas mudanças.


É isso aí, nada de vampiros ~fadas~, nada de escolinha especial para vampiros, nada de mimimi! Sim, um livro vampiresco de verdade. Como todos sabem (assim espero), os vampiros são conhecidos não só pela chupação (opa) de sangue, mas também pela eroticidade e sexualidade impregnadas neles! Sim, vampiros são para ser sexy e não para serem fadinhas (judge me)! Basta ler/assistir Entrevista com Vampiro ou Rainha dos Condenados, você sente a sensualidade e o perigo vindo desses seres tão ~misteriosos~.
Por esse motivo de os vampiros estarem se tornando coisas totalmente diferentes do que foram um dia que eu decidi parar com esse gênero, até dar de cara com O Legado da Caça-vampiro (oooh!). Tudo bem, não  foi por causa do gênero vampírico que me fez ter vontade de lê-lo, mas sim por se passar no século XIX.
Não sei se todos sabem, mas sou apaixonada/fissurada para não dizer cheia de tesão por essa época e acho válido qualquer romance histórico entrar na minha lista de leitura! Confesso que apesar de enjoadinha com os chupadores gays de sangue, a minha curiosidade cresceu e me dei por vencida e baixei (shiu) o e-book.
Tenho que confessar - de novo - que eu li umas 40 páginas e parei. Oh mas por que? ERROR 404 NOT FOUND. Brincadeira, é que se eu contar, vai ser spoiler (?). Então, se não quiserem spoiler, pulem a parte em itálico, ok? :)

Max é um venador gostoso não pera como Vitória e assim que coloquei os olhos (modo de falar, clr) nele eu pensei: ESSE É O CARA! Até a Vitória se apaixonar por um chato que tem o nome do meu irmão mais velho  Felipe(WHY WHY). Parei por causa disso (besteira, eu sei), odeio torcer pro cara 'errado', mas acabei retornando para o livro ao perceber que ainda tinha mais 4 livros para os dois ficarem juntos, o que tenho certeza: irá acontecer. ~fim do spoiler~

Apesar de eu parar depois de 40 páginas, acabei voltando. Apenas entendam, não parei por ser uma história ruim ou mal escrita, apenas errr leiam logo o meu spoiler! 
Enfim, o livro acabou me conquistando por fazer uma junção tão boa entre coisas frufru que acontecem em todo livro de romance histórico e vampiros! Tem uma boa dose de tudo, romance, sangue (ui nojinho), vampiros que sabem seduzir sua presa (daí sim, né), sex sex sex, bom diálogo, personagens que amamos, personagens que amamos odiar e blabla.
Para mim, o Max é um dos motivos que mais me fazem querer ler tudo o quanto antes, é meu personagem favorito, no doubt!
Um personagem que é bem, digamos, importante (ou pelo menos aparece o suficiente para eu dizer que é!) é o Sebastian, ele é responsável por quase toda 'cena' de erotismo desse livro. Eu, pessoalmente, não gosto dele, mas parece que a Vitória gosta. ihihi
Algo que me deixa feliz e triste ao mesmo tempo é que As Crônicas Vampíricas de Gardella é uma série de 5 livros. Feliz porque OMG QUE DEMAIS, SÃO 5 LIVROS! E triste porque só os dois primeiros estão traduzidos em PT! Para vocês entenderem o quanto gostei do livro: depois de retomar a leitura, eu li os dois primeiros em menos de 3 dias e não são livros pequenos. Procurei por tudo e não encontrei nem o e-book em inglês, suspeito que seja por causa de todo aquele problema de sites de download terem sido fechados (tipo o Megaupload) porque o último livro foi lançado em 2009 e nada de e-books por aí, snif. Só nos resta esperar o lançamento do terceiro livro.
Só mais uma coisa: A capa é mal diagramada, tudo bem que estão tentando mostrar algo ~perigoso e sensual~  mas oi,  caprichar na capa é sempre bom se você quer vender o livro, desde quando a Vitória tem tatuagem? tsc


Espero que tenham curtido a resenha, ela ficou bem diferente do que costumo fazer, mas acho que assim fica mais divertido para ler e é como se eu estivesse mesmo falando com vocês. :)

Beijos, Mari.



 
Desenvolvido por Michelly Melo.